Guerreiras, vencedoras e... brasileiras


Ah, são de todos os cantos do Brasil. Do Sul de Gisele ao Nordeste de Marta. Elas quebram recordes, alcançam as passarelas mais requisitadas e, lógico, deixam os homens no chão: de tanta beleza, coragem e persistência.

Querem ficar, querem estar... Querem o ambiente disposto à recebê-las com fervor, nada de vitimismo: querem reconhecimento. Elas vão chegando aos poucos, algumas com calma outras com a luminosidade de um raio. Acendem e ascendem. De onde são? Isso não faz diferença. O que fazem? Não importa. Querem mostrar para o mundo o que é, e se deve existir, o mistificado termo "mulher brasileira". Estão aí para gritar e provar que são muito mais do que aquilo que o patriarcalismo tenta esconder. Não se deixam levar por isso e tomam as rédeas do sucesso.


Não adianta. Agora o mundo é delas. Seja nas olimpíadas, em casa, no trabalho, cuidando dos filhos, elas chegaram para tomar o espaço que é delas por direito. Não me venha com a história de que mulher é sexo frágil, isso aqui passa longe. O sangue corre grosso, a raça está nos olhos e o amor que inunda traz a sagacidade para a alcançar o impossível.

São as mulheres brasileiras. Vencedoras na luta, no futebol, nas passarelas, em casa, com os filhos. Rafaela, Gisele ou Marta. Na padaria, na escola, no trabalho, na luta. O nome não interessa, as curvas se delimitam ao gosto. O sucesso vem com tempo mas a garra as brasileiras têm no sobrenome.

Nenhum comentário:

Tecnologia do Blogger.